Cibercultura

Redes sociais, um novo e rentável termômetro político nas eleições americanas

redessociaisAs eleições presidenciais de 2012 nos Estados Unidos serão as primeiras a terem as redes sociais como peça-chave, tanto para os estrategistas de campanha, como para cobrir em tempo real uma passeata de um candidato.

Quem disse isto foi Adam Sharp, Chefe de Governo, notícias e inovação do Twitter, já que pela primeira vez na história das eleições americanas os grandes volumes de informação da rede “permitem ver conversas que antes ocorriam em cafeterias e na cozinha do escritório, e agora acontecem na internet”.

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Rede social da ‘pegação’, Badoo promove de amizade a sexo casual

Página inicial da rede social Badoo; site tem mais de 135 mi de usuários registrados

Página inicial da rede social Badoo; site tem mais de 135 mi de usuários registrados

Enquanto o Facebook vem crescendo no Brasil a altas taxas, outra rede – sobre a qual você já deve ter ouvido falar em função da avalanche de notificações de amigos – tem feito considerável sucesso entre os usuários brasileiros. Trata-se do Badoo, a rede social que serve de meio-de-campo para quem quer conhecer novas pessoas. Em muitos casos, esse “barzinho virtual” para adultos também é visto como uma oportunidade para quem busca sexo casual.

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As redes sociais deixaram as pessoas mais egocêntricas?

redesFotos de viagens e baladas no Facebook, check-ins em restaurantes da moda no Foursquare e opiniões sobre livros, shows ou política no Twitter. Atualmente, o que mais se encontra nas redes sociais são pessoas falando de si mesmos, opinando ou comentando sobre suas vidas particulares. Muitas vezes, parece que os sites de relacionamento mudaram o comportamento humano e aquele amigo tem aproveitado as ferramentas da internet para se promover ou até contar certas vantagens.

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Apps de paquera viram hit entre pessoas que buscam relações casuais

Thales Coimbra, que usa o Grindr, em bar no centro de São Paulo

Thales Coimbra, que usa o Grindr, em bar no centro de São Paulo

“Minha primeira opção é o ‘boy’ que está perto de mim”, diz Thales Coimbra, 21. “Uso mais por diversão. Não procuro nada sério”, afirma Mayara C.*, 22.

Os dois são usuários de um serviço para smartphones que ganhou força no Brasil neste ano: os aplicativos de paquera com geolocalização.

Esses apps, disponíveis para aparelhos com iOS, Android e BlackBerry, viraram hit na balada porque mostram na hora os desejos de quem circula por casas noturnas e bares. Em geral, são “boys” e “girls” em busca de um relacionamento casual.

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Você burla as regras de acesso à internet da sua empresa?

Pesquisa revela que número de pessoas que acessam sites e utilizam softwares sem o consentimento das empresas é maior do que o imaginado

Pesquisa revela que número de pessoas que acessam sites e utilizam softwares sem o consentimento das empresas é maior do que o imaginado

Segunda-feira, 15h, pleno horário comercial. Enviamos uma mensagem em nosso Twitter, perguntando se alguém utilizava sites proibidos nas empresas em que trabalham. Teoricamente, não deveríamos receber muitas respostas, já que o Twitter, certamente, faz parte da “lista negra” das empresas mais conservadoras. Mas, para nossa surpresa, em menos de 10 minutos recebemos 22 mensagens de trabalhadores que, mesmo com a proibição, estavam ali, “pendurados” no microblog!

O gerente de projeto, que se identificou como Ivanor FB, é um deles. O rapaz conta que acessa alguns sites proibidos para se manter “conectado”. “Quando surge a necessidade de acessar alguma página proibida para fins profissionais, solicito liberação do uso”, ressalta. “Porém, acredito muito que este bloqueio deveria ser mais individualizado. Já tivemos casos de colaboradores que não conseguem coordenar o tempo e se perdem com tantas ‘portas abertas’”, comenta. E as maneiras para “burlar o sistema” são várias: alguns utilizam extensões de navegadores, outros apelam para sites que intermediam o acesso à web, e existe ainda a clássica mudança de proxy. Algumas soluções são bem criativas e trabalhosas: “Para o email, eu criei uma nova conta no Outlook da empresa, porém, acabo excluindo essa conta todos os dias, pois corro o risco de fuçarem na máquina”, diz T.S., outro leitor do Olhar Digital que nos respondeu.

O analista de qualidade de software, GugaJedi, que também já fez uso de algumas dessas ferramentas para agregar conteúdo à sua atividade na empresa, é um dos exemplos de que a liberação das tecnologias não significa menor rendimento no trabalho ou insegurança para a empresa. “Hoje estou em uma companhia onde tudo é liberado e não tive queda de produtividade. Acho muito mais importante um trabalho de conscientização da equipe para o uso correto da internet do que proibição”, conta.

Objeto de estudo
Estes casos comprovam uma pesquisa da Unisys, encomendada à IDC, sobre o uso pessoal de dispositivos móveis, sites e softwares no ambiente de trabalho. O resultado foi impressionante: a maioria dos funcionários afirma usar seus aparelhos pessoais e softwares no horário de trabalho, além de acessar suas páginas das redes sociais e sites “proibidos”, enquanto a maioria das empresas diz não permitir este tipo de atividade.

De acordo com o estudo, 66% dos funcionários brasileiros consultados disseram ser permitido o acesso a websites não relacionados ao trabalho nas empresas em que atuam. No entanto, apenas 41% das organizações entrevistadas no país afirmaram que autorizam essa prática. A divergência continua quando o assunto é o acesso às mídias sociais: 44% dos brasileiros entrevistados disseram que podem navegar em redes sociais por razões pessoais, porém, apenas 24% das empresas consultadas informaram que permitem essa conduta.

Sobre softwares de mensagens instantâneas como MSN, Skype e Google Talk, mais da metade dos trabalhadores brasileiros entrevistados (53%) afirmou que utiliza esses softwares com autorização do empregador, enquanto apenas 36% das organizações consultadas disseram permitir o uso de programas de “bate-papo” online no ambiente de trabalho. Além disso, 53% dos funcionários brasileiros pesquisados disseram usar seus dispositivos móveis pessoais – como smartphones, tablets e laptops – no trabalho, com o aval da empresa. Porém, 62% dos empregadores afirmam não permitir essa prática.

Segundo Paulo Roberto Carvalho, diretor de negócios de outsourcing da Unisys Brasil, esse cenário pode mudar com a existência de um fenômeno, chamado de “consumerização”, em que novas tecnologias como smartphones, softwares, aplicações e sites focados em consumo e entretenimento estão sendo utilizados também nas empresas para ajudar em certas atividades. “Um exemplo de consumerização é a busca de profissionais por meio do LinkedIn ou Facebook, por exemplo”, explica.

No entanto, apesar do fenômeno de consumerização de TI já fazer parte da agenda de muitos profissionais de TI, Paulo conta que algumas empresas continuam bloqueando acessos, pois o ambiente de consumerização gera uma carga alta de vulnerabilidade e os profissionais de TI, que prezam pela segurança das empresas, não conseguem controlar tudo. “Na minha percepção, como é difícil dar suporte a essa variedade de coisas, as empresas acham mais fácil ignorar e proibir para não ter que assumir a responsabilidade de controlar tudo”, comenta. “Mesmo que o uso de algumas dessas tecnologias ajude no dia a dia do funcionário, a vulnerabilidade da empresa fica ainda maior e, portanto, as companhias preferem negar o acesso”, completa.

Tendência?
Para Paulo Roberto, no futuro, a discrepância vista nesta pesquisa entre o uso das tecnologias no trabalho e a proibição das empresas vai diminuir. “Notei que, da pesquisa do ano anterior para esta, houve uma mudança de percepção. Algumas ações estão sendo implementadas nas empresas, e acredito que haverá mudanças em 2012 e 2013. Algumas companhias vão puxar as outras e essa divergência de uso e proibição vai diminuir, porque os profissionais de TI vão se preparar para a consumerização”, conclui. O estudo da Unisys ouviu 306 pessoas que utilizam computadores em seus trabalhos e 101 executivos de TI de diversas organizações localizadas nas principais cidades do Brasil.

do Olhar Digital

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Mais do que tecnologia é o que você faz com ela

A Nokia, em parceria com o instituto TNS, acaba de realizar uma pesquisa que revela detalhes de como o brasileiro lida com o mundo da tecnologia no relacionamento, esporte, entretenimento, carreira e informação. Mais importante que a tecnologia é o que você faz com ela.

Fonte: YouTube

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Facebook e Twitter dizem que redes sociais são novo filtro de mídia

twitterfacebookO fenômeno das redes sociais só tende a crescer, à medida que o uso de computadores ganha mobilidade, de acordo com figuras importantes no desenvolvimento dos populares sites Facebook e Twitter.

“Dentro de dois a cinco anos, a questão sobre que redes sociais a pessoa usa será irrelevante, porque todas as mídias serão sociais”, disse Chris Hughes, cofundador do Facebook, na quinta-feira (28) em Boston.

“As redes sociais se tornarão a moldura, o filtro para obter muitas informações”, disse Hughes, 27, durante uma mesa redonda durante a conferência de investimento Impacto 2010, promovida pela corretora Charles Schwab.

O Facebook tem mais de 500 milhões de usuários ativos, entre os quais mais de 150 milhões que acessam o site usando aparelhos móveis. O número de usuários registrados do Twitter é estimado em mais de 165 milhões.

As duas empresas têm capital fechado, e os investidores estão sempre alertas a quaisquer sinais de que pretendam lançar ações no mercado.

Biz Stone, cofundador do Twitter, disse que a expansão das redes sociais deveria acompanhar de perto a ascensão da mobilidade pessoal, com a substituição dos computadores tradicionais por dispositivos como os celulares inteligentes.

“Eu gostaria de ver muito menos gente debruçada sobre seus computadores em escritórios, dentro de cinco anos”, disse Stone, 36.

Hughes disse que aplicativos como o Facebook Connect seriam cada vez mais integrados ao tecido das redes sociais.

Por exemplo, usuários do Facebook Connect que vão ao site do New York Times podem saber que artigos seus amigos estão lendo e recomendando.

“Bastam alguns cliques para ter uma experiência social”, disse Hughes, acrescentando que a funcionalidade pode ser maneira de reduzir a sobrecarga de informação que muita gente enfrenta.

“Não existe filtro melhor do que as pessoas que você conhece e em quem confia”, disse.

Stone tem 1,6 milhão de seguidores no Twitter. Ele diz que gosta de seguir os tuítes do gato Sockington, um felino de Massachusetts com talento para diálogos engraçados.

O Twitter, disse, “não será um triunfo da tecnologia, mas sim da humanidade. O potencial de crescimento lá não é só da perspectiva dos negócios mas sim da perspectiva de uma mudança positiva.”

Fonte: Folha.com

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Ibope apresenta dados sobre usuários de Redes Sociais no Brasil

viralmarketingO que não era novidade agora é oficializado pelo Ibope Inteligência em parceria com a World Wide Independent Network of Market Research, o Brasil está entre os 10 país que mais utilizam Redes Sociais. 87% dos internautas brasileiros alegaram que acessam Redes Sociais.

A pesquisa entrevistou 28.944 pessoas em 27 países para identificar as diferenças na forma que cada país interage nas Redes Sociais. Além da representatividade da população o estudo abordou a freqüência, perfil, forma de acesso, sugestões de melhoria e atividades realizadas.

Entre os motivos de acesso, 83% declararam por motivos pessoais, 33% por motivos profissionais. Sendo que a média mundial é de 75% por motivos pessoais, e de 25% por motivos profissionais. Em questões de sexo não há diferença entre homens e mulheres no acesso por razões pessoais. Porém profissionais os homens acessam bem mais que as mulheres.

Fonte: Tecnocrata Digital

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